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O Busto Leir Moraes foi inaugurado neste dia 08 de maio de 2017 na Praça de Rio Bonito - RJ

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017





"Leir Moraes, filho de Gentil Vieira de Moraes e de Annita de Souza Moraes, nasceu em 04 de outubro de 1935 na localidade Prainha, bairro Boa Esperança.

Conhecido no Brasil e no exterior, advogado e jornalista por formação, poeta por alma e inspiração, Leir atuou também nos campos da administração pública e da política, e construiu extenso histórico de atividades profissionais e intelectuais:

• Fundou, com outros jornalistas, em Rio Bonito, os jornais: “Juventus”, “Renovação”, “Jornal de Rio Bonito”, “A Montanha” e “Baixada Fluminense”;

• Colaborou, depois de 1955, nas revistas: “Guanabara Fluminense”, “Vida Fluminense”, “A Gaivota” e nos jornais: “Diário do Povo”, “Diário do Comércio”, “Diário Fluminense”, “Grande Jornal Fluminense”, “A Tribuna”, “Praia Grande em Revista”, “Momento Fluminense”, “Correio Fluminense”, “Jornal do Brasil” e “Última Hora”;

• Foi editor político, entre 1970/71, dos jornais radiofônicos: "Perspectiva Fluminense" (Rádio Metropolitana), "Jornal da Manhã" (Rádio Eldorado) e "Jornal da Noite" (Rádio Rio de Janeiro);

• Dirigiu os jornais: "Baixada Fluminense", "Renovação", "Gazeta de Rio Bonito", e "Folha Fluminense" (Rio Bonito);

• Representou o Estado do Rio, como conferencista, no Simpósio Internacional de Comunicação Governamental, realizado em Recife, em abril de 1973;

• Participar de Seminário de Jornalismo, promovido pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI);

• Foi Técnico de Comunicação Social efetivo do Governo do Estado;

• Participou do Comitê de Imprensa da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e foi sócio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro e da Associação Fluminense de Jornalistas.

• Foi membro da Academia Brasileira de Literatura (cadeira nº 2 - Alberto de Oliveira), da Academia Fluminense de Letras (cadeira nº 9 - B. Lopes), da Academia Niteroiense de Letras (cadeira nº 2 - B. Lopes), do Cenáculo Fluminense de História e Letras (Cadeira nº 35 - Tobias Barreto), da Academia Friburguense de Letras, da Academia Bonjesuense de Letras (cadeira nº 08), da Academia Trirriense de Letras (cadeira nº 25 - Raul de Leoni), da Academia ltaboraiense de Letras Ciências e Artes (cadeira nº 5 - Alberto de Oliveira), da Academia de Letras de Uruguaiana - RGS, da Academia Internacional de Letras Três Fronteiras (integrada por intelectuais brasileiros, uruguaios e argentinos - sede no Uruguai), da Academia Internacional de Ciências Humanísticas, da União Brasileira de Trovadores (seções de Niterói e antigo Estado do Rio) e do Clube de Poesia de Rio Bonito.

• Publicou os livros de poesias "Sonetos" (1953), "Nas Grades do Destino" (1953), "Nos Braços do Passado" (1957), "Breves Cantigas" (1962), "Céu Apagado" (1969) e "Nada Mais" (1980), "Contos da Casa Apagada" (1991), "Discursos Acadêmicos" (1974) e os romances "Bola de Gude" (1976), "Corriola" (1984), e "Pé-de-Moleque" (2002). O livro "Bola de Gude", adotado em escolas de todo o Brasil, foi tema, em 1978, do enredo da Escola de Samba Acadêmicos do Beltrão, de Niterói, intitulado "Este mundo é uma bola e a bola é de gude".

• Participou das coletâneas "Trovadores do Brasil", "A Trova no Brasil", "Escritores do Brasil", "Paisagem Fluminense", "37 Poetas Fluminenses", "Trovas sobre Maria", "Trovas de Ciúme", "Quando Chega a Primavera", "Trovas Fluminenses", "Poetas do Brasil" (1978), "Escritores do Brasil" (1978), "Mil Trovas de Amor e Saudade" (1984), "Antologia Poética" (1987), e "Pausa para Meditação" (de Roque Schneider).

• Pelo trabalho jornalístico e literário tomou-se "Cidadão Niteroiense" e "Cidadão Silvajardinense", por títulos outorgados pelas Câmaras Municipais daqueles municípios.

• Foi condecorado com as medalhas Tiradentes (concedida pela ALERJ), José Clemente Pereira, Jubileu de Ouro da Academia Niteroiense de Letras e Humbelino Silva, da Ordem do Mérito Araribóia e de diplomas e medalhas conferidos pela Liga de Defesa Nacional e Tribunal de Contas do antigo Estado do Rio de Janeiro".


Fonte: Prefeitura de Rio Bonito.

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